sexta-feira, 28 de maio de 2010

TGV ou Porshe

“Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV se podem perfeitamente oferecer um Porsche a cada português gastando menos”.
(Campos e Cunha)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Sexo?

"Se o sexo é o melhor remédio, masturbação é ou não o genérico?


http://bit.ly/chU8GD"

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Abstinência

A abstinência é uma coisa óptima desde que praticada com moderação.

(Da Net)

terça-feira, 25 de maio de 2010

Todos deviam assim ser

"Jovem, medíocre sob todos os aspectos, procura mulher magnífica sob todos os aspectos, para deambular em locais carregados de história, como os jardins de Versailles, ou em deslocação constante, como os corredores dos comboios."

Anúncio publicado no Libération

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Números e palavrões

"No dicionário prefira os palavrões. Na aritmética escolha os números ordinários."

(Milor Fernandes)

domingo, 23 de maio de 2010

Vingança à Islandesa

Sabem qual foi o último desejo da economia da Islândia, antes de morrer?

Que as suas cinzas fossem espalhadas pela Europa...

(da Net)

sábado, 22 de maio de 2010

De fora para dentro

“Deixemos de lado miserabilismos e concentremo-nos nas coisas boas, não como escape mas como realidade. Vivi em Portugal há quinze anos. Agora, de volta, sugiro dez factos, entre muitos, que melhoraram em Portugal desde a minha primeira estadia. Não incluo o bom que era e ainda é fantástico (desde a forma como acolhem os estrangeiros até à pastelaria).
- Mortalidade nas estradas; as estatísticas não mentem _ o número de pessoas que morre em acidentes rodoviários é muito menor, cerca de 2000 em 1993 e de 776 em 2009. A experiência de conduzir na Marginal é agora prazer, não um terror. O tempo do Fiat Uno a 180km/h colado a nós nas auto-estradas está a passar.
- O vinho; já era bom, mas a variedade e a inovação são notáveis, com muito mais oferta e experiências agradáveis. O mesmo sobre o azeite e outros produtos tradicionais.
- O mar; Lisboa, em 1994, era uma cidade virada de costas para o mar; poucos restaurantes ou bares com vista, e pouca gente no mar. Hoje, vemos esplanadas e surfistas em toda a parte. Muita gente a aproveitar melhor um dos recursos naturais mais importantes do país.
- A zona da Expo: era horrível em 1994, cheia de poluição, com as antigas instalações petrolíferas. Agora é uma zona urbana belíssima, com museus e um Oceanário entre os melhores que há no Mundo.
- A saúde: a qualidade do tratamento é muito melhor hoje em dia, apesar das dificuldades financeiras, etc. A prova está no aumento da esperança de vida, de cerca de 74 em 1993 para 78 anos em 2009.
- Os parques naturais; viajei muito este ano do Gerês a Monserrate; tudo mais limpo, melhor sinalizado, mais agradável. O pequeno jardim está, de facto, mais bem cuidado.
- O cheiro. Sendo por natureza liberal nos costumes sociais, não fui grande fã da proibição de fumar, mas, confesso, a experiência de estar num bar ou num restaurante em Portugal é hoje mais agradável com a ausência de tabagismo. E a minha roupa cheira menos mal no dia seguinte.
- A inovação; talvez seja fruto da minha ignorância do país em 1994, mas fico de boca aberta quando visito algumas das empresas que estão a investir no Reino Unido; altíssima tecnologia, quadros dinâmicos e _ o mais importante _ sem medo. Acreditam que estão entre os melhores do mundo, e vão ao meu país, entre outros, para prová-lo.
- O metro de Lisboa. É limpo, rápido, acessível e tem estações bonitas.
- As cores; Portugal tem e sempre teve cores naturais bonitas. Mas a minha memória de 1994 era o aspecto visual bastante cinzento das cidades, desde a roupa até aos carros. Hoje há mais alegria - recordo um português que me disse, talvez com tristeza, que o país estava a tornar-se mais tropical. Em termos de imagem, parece-me um elogio!”

(Alexander Ellis, Embaixador Britânico)


extraído do blog http://sempenisneminveja.blogs.sapo.pt/

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Pensamento

"Aquilo que você der a uma mulher, ela vai tornar maior.
Se você der o seu esperma, ela te dará um bebé.
Se você lhe der uma casa, ela vai dar-lhe um lar.
Se você lhe der compras de mercearia, ela vai dar-lhe uma refeição.
Se você lhe der um sorriso, ela vai dar-lhe o seu coração.
Ela multiplica e amplia o que lhe é dado.
Portanto, se você lhe der qualquer porcaria, esteja preparado para receber uma tonelada de merda


(Da net)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Para reflectir

É melhor governar no Inferno do que servir no Paraíso." - John Milton

domingo, 16 de maio de 2010

Soneto de José Régio

Surge Janeiro frio e pardacento,
Descem da serra os lobos ao povoado;
Assentam-se os fantoches em São Bento
E o Decreto da fome é publicado.

Edita-se a novela do Orçamento;
Cresce a miséria ao povo amordaçado;
Mas os biltres do novo parlamento
Usufruem seis contos de ordenado.

E enquanto à fome o povo se estiola,
Certo santo pupilo de Loyola,
Mistura de judeu e de vilão,

Também faz o pequeno sacrifício
De trinta contos só! por seu ofício
Receber, a bem dele... e da nação.

JOSÉ RÉGIO

Soneto (quase inédito), escrito em 1969 no dia de uma reunião de antigos alunos.

Tão actual em 1969, como hoje. Depois ainda dizem que a tradição não é o que era!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Há 138 anos era assim

Há cada coincidência!...



Eça de Queirós em 1872....escreveu no seu livro As Farpas:

"...Nós estamos num estado comparável sómente à Grécia: mesma pobreza, mesma indignidade política, mesma trapalhada económica, mesmo abaixamento de caracteres, mesma decadência de espírito.
Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá...vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se a par, a Grécia e Portugal
".

Naquela época estava sentado no trono de Portugal D. Luís I, o 33º e antepenúltimo rei de Portugal.

O Abraço do Urso

Não tenhamos duvidas que após as confraternizações sucessivas e apesar dos pedidos de desculpas,entre o José e o Pedro temos que exumar Marx, Owen, Proudhon e Saint Simon com o respectivo cortejo de Lenines e Stalins. Porra que é mesmo urgente. O José não não se apercebe do abraço que está a levar. O Queiroz convocou, o Benfica ganhou, o Papa veio e o José deixou-se ...
Nós,como o previsto, somos sempre o mexilhão.